quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Sinal de vida.

A tocante ao amor ao seu semelhante exige pessoalmente que se manifeste a compaixão nos momentos marcantes da relação afetiva.

Todo mundo tem uma posição na sociedade que é diferente das alas políticas da antiguidade, somos assim comparados com os idolos até que se equilibre a esfera de aproximação com o ser.
Outras pessoas não se parecem com ninguém, que é o meu caso, eu, embora tenha traços imperdíveis na memória, em momento algum, acertei o retrato de uma atriz famosa como a Catherine Z.J., Audrey H., Milla J., pra me satisfazer dos seus formatos. O que eu tenho dessas mulheres é a liberdade de não ter semelhança nem com elas e nem com outras. mas sofro a interrogação da procura pela posição que elas atingiram.

Tenho as mudanças globais tão sensíveis que a imagem digital não pode dizer aos meus "olhos boca e cabelos". A que me leva a insistir que a causa da reincidênciaa da minha imagem real nos tópicos do qual folheou a busca de uma foto dirigida por mim.
É previsível que se foque a relação típica em vagos vultos, eu vou continuar os ensaios nesse território vasto que se abriu na minha certeza de-
cadente.
Apoiar um movimento sequer é estar dentro dele até o umbigo e a partir de agora é verídico, não temos mais tempo pra envelhecer quanto mais a cabeça vazia.
Eu quero imaginar um tema novo pra bem entender dos comentários sujestivos e da repetição aguda do título da composição. Além disso preciso sentar de frente pra um batuta que me mostre as letras do ensaio, até eu decorar, quando isso acontecer eu sair pelo palco pulando e alcançando o fio do microphone.
Como falar de amor, desmanchando a minha cultura eu começo a pensar em querer bem pra que ele não ganhe meu pensamento pois as mudanças são exóticas e devem valer a pena.

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